Prova Bíblica da Eleição


Eleição Incondicional é fundamentada na Soberania Absoluta de Deus. Assim, podemos ressaltar a Soberania de Deus:

(1) Sobre toda a Vida: 1Sm.2.6-10; 2Rs.9.25; 1Cr.29.11-14; Sl.135.6; i39.1-16; Pr.16.9.33; 20.24; Ec.3.1; Is.14.24, 27; 25.1; 43.7; 45.1-13; 46.10; 48.3; 55.11; 63;16-17; 64.8; Dn.4.17; At.2.23-24; 4.27-28; 17.24-28; Rm.13.1; Ef.1.11; Fp.2.13;

(2) Sobre Seus Planos: 1Rs.22.19-22; Jó.42.2; Sl.115.3; 135.6; Pr.21.1; 16.4; Is. 44.18; 54.16; 55.11; Dn.4.17, 35; Jo.1.6; 2.1; Rm.9.11-24; 11.7; 2Pe.2.9; Jd.4; Ap.13.8; 17.8; 19.16; 20.2, 10;

(3) Sobre a Eleição: Gn.12.1-3; Lv.8; Dt.7.6, 14.2; 1Sm.17.1-12; Sl.33.12; Is.8.14 (cf.1Pe.2.8); 41.8, 9; 42.1; 43.20, 21; 65.9, 22; Mt.22.14; 24.22; 24.24; Mc.3.13-19; 13.27; Lc.18.7; Jo.1.13; 6.37, 44, 65; 10.29; 15.16, 19; 17.2, 6, 9, 12, 24; At.2.39; 13.48; 18.27; Rm.8.28-30; Cap.9; Cap.11; 16.13; 1Co.1.27-30; Gl.1.5-16; Ef.1.3-6, 11; 2.8-10; Cl.3.12; 1Ts.1.4; 2Ts.2.13; 3.2; Tt.1.1; 1Tm.1.9; 2Tm.2.10; Tg.1.18; 1Pe.1.2-5; 5.13; 2Pe.1.10; Ap.17.14.

Diante de tantas evidências, vamos ressaltar apenas alguns textos:

(1) A Eleição é para salvação: “porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação mediante nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts.5.9); “Entretanto, devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e fé na verdade” (2Ts.2.13)

(2) A Eleição é restrita: “Porque muitos são chamados, mas poucos, escolhidos” (Mt.22.14); “e creram todos os que haviam sido destinados para a vida eterna” (At.13.48);

(3) A Eleição não depende da vontade humana: “os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus” (Jo.1.13); “Assim, pois, não depende de quem quer ou de quem corre, mas de usar Deus a sua misericórdia” (Rm.9.16);

(4) A Eleição precede a Obediência, a Santificação, o Exercício de Fé: “assim como nos escolheu, nele, antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele” (Ef.1.3); “Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Rm.8.29); “eleitos, segundo a presciência de Deus Pai, em santificação do Espírito, para a obediência e a aspersão do sangue de Jesus Cristo” (1Pe.1.2); “E ainda não eram os gêmeos nascidos, nem tinham praticado o bem ou o mal (para que o propósito de Deus, quanto à eleição, prevalecesse, não por obras, mas por aquele que chama) já fora dito a ela: O mais velho será servo do mais moço” (Rm.9.11-12);

(5) A Eleição é realizada em Amor: “em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade” (Ef.1.5);

(6) A Eleição é fundamentada na Graça de Deus: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto [a salvação] não vem de vós; é dom de Deus” (Ef.2.8); “segundo a riqueza da sua graça” (Ef.1.5-7);

(7) A Eleição Implica em Chamamento Eficaz: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm.8.28); “a fim de que também desse a conhecer as riquezas da sua glória em vasos de misericórdia, que para glória preparou de antemão, os quais somos nós, a quem também chamou, não só dentre os judeus, mas também dentre os gentios?.” (Rm.9.23-24); “mas para os que foram chamados, tanto judeus como gregos, pregamos a Cristo” (1Co.1.24);

(8) A Eleição é Departamento da Soberania de Deus: “Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento, pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus.” (1Co.1.26-29); “Pois, segundo o seu querer, ele nos gerou pela palavra da verdade” (Tg.1.18); “Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?! Porventura, pode o objeto perguntar a quem o fez: Por que me fizeste assim? Ou não tem o oleiro direito sobre a massa, para do mesmo barro fazer um vaso para honra e outro, para desonra?” (Rm.9.20, 21);

(9) A Eleição garante a existência de um Povo de Deus: “Assim, pois, também agora, no tempo de hoje, sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça” (Rm.11.5); “Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo; mas, por causa dos escolhidos, tais dias serão abreviados” (Mt.24.22 – Contexto da Grande Tribulação); “Mas, relativamente a Israel, dele clama Isaías: Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo” (Rm.9.27);

(10) A Eleição Tem um aspecto Negativo: “Que diremos, pois, se Deus, querendo mostrar a sua ira e dar a conhecer o seu poder, suportou com muita longanimidade os vasos de ira, preparados para a perdição” (Rm.9.22); “Logo, tem ele misericórdia de quem quer e também endurece a quem lhe apraz” (Rm.9.18); “Que diremos, pois? O que Israel busca, isso não conseguiu; mas a eleição o alcançou; e os mais foram endurecidos, como está escrito: Deus lhes deu espírito de entorpecimento, olhos para não ver e ouvidos para não ouvir, até ao dia de hoje.” (Rm.11.7-8); “Por isso, não podiam crer” (Jo.12.39); “Pedra de tropeço e rocha de ofensa. São estes os que tropeçam na palavra, sendo desobedientes, para o que também foram postos” (1Pe.2.8); “O SENHOR fez todas as coisas para determinados fins e até o perverso, para o dia da calamidade” (Pr.16.4); “Esses, todavia, como brutos irracionais, naturalmente feitos para presa e destruição, falando mal daquilo em que são ignorantes, na sua destruição também hão de ser destruídos” (2Pe.2.12); “Pois certos indivíduos se introduziram com dissimulação, os quais, desde muito, foram antecipadamente pronunciados para esta condenação, homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo” (Jd.4); “Qual a razão por que não compreendeis a minha linguagem? É porque sois incapazes de ouvir a minha palavra. Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe os desejos” (Jo.8.43-44); “Porque a Escritura diz a Faraó: Para isto mesmo te levantei, para mostrar em ti o meu poder e para que o meu nome seja anunciado por toda a terra” (Rm.9.17)

Diante desses textos é impossível negar a existência da Eleição Incondicional. Aliás, não existe como ser cristão e negar a Soberania Absoluta de Deus sobre a Vida e a Morte, sobre a Eleição e Preterição.