Introdução à Cristologia


Todos os artigos dessa página são referentes a assuntos da Cristologia, mas não configuram uma série completa, ou seja, são apenas artigos avulsos escritos sobre o tema e não tem a proposta de serem um guia teológico ou apostila sobre o assunto. Contudo, será proveitoso ao leitor verificar os artigos citados abaixo.

A. A historicidade de Cristo

A primeira pergunta que pretendemos responder é com respeito a historicidade de Cristo. É bem verdade que a academia não tem levado a sério os argumentos de sua não historicidade, mas muito se tem produzido, especialmente na internet para “atestar” que Jesus de fato não existiu. Para responder a essa pergunta, vamos observar a literatura não cristã e cristã a respeito de sua existência.

1. Fontes não cristãs da historicidade de Cristo

a. Talo (~52 dC)

b. Flávio Josefo (37-100 dC)

c. Cornélio Tácito (56-120 dC)

d. Suetônio(69-122 dC)

e. Plínio o Jovem (61-114 dC)

f. Luciano de Samosata (120-180 dC)

g. Celso (~178 dC)

h. Talmud (~70-200 dC)

i. Mara Bar-Serapião (de 73-200)

j. O que podemos concluir dessas evidências?

2. Fontes Cristãs sobre a historicidade de Cristo

a. Clemente de Roma (96dC)

b. Inácio de Antioquia (50-117dC)

c.Policarpo (69-155dC)

d. Justino Mártir

e. Epístola de Barnabé

f. Epístola a Diogeneto

3. Evidências da Ressurreição de Cristo

a. Evidências históricas para a Ressurreição de Cristo

b. Evidências para a ressurreição física de Cristo

B. Outros artigos

Nessa seção, também colocamos alguns artigos avulsos sobre a Pessoa de Jesus Cristo.

1. Quem é Jesus?

Após uma apresentação como essa certamente você está surpreso. Em primeiro lugar pelo belo programa que assistiu. Em segundo lugar, sobre algumas verdades a respeito de Jesus que provavelmente você não conhecia. Apesar de ser uma figura histórica muito conhecida, o grande foco da mídia sobre Sua pessoa está relacionado a possíveis controvérsias e aparentes contradições.

2. Cristo – Como apresentado pelas Escrituras

Como Jesus é conhecido nas Escritura? O que podemos afirmar sobre sua pessoa e obra? Nesse artigo, pretendo responder a essas perguntas de modo introdutório, simples, apresentando apenas versículos que comprovem as descrições apresentadas.

3. Professias Messiânicas Cumpridas por Cristo

Qual a relação entre as designações vétero-testamentárias sobre o Messias e a Pessoa de Cristo? Nesse artigo vamos observar as profecias e seu cumprimento profético em Cristo.

4. Necessidade da humanidade de Cristo

Não existem dúvidas de que Cristo é divino. A Bíblia como um todo não deixa de evidenciar esse fato. Mesmo no Velho Testamento existem evidências de um Messias divino. Não existem duvidas de que Cristo é humano, e verdadeiramente humano, em diferença clara entre os conceitos do gnósticismo (realidade da humanidade), Docetismo (integralidade da humanidade) e Apolinarismo (integralidade da humanidade). Sobre essas questões a sã teologia contemporânea não apresenta dificuldades. Entretanto, os fatos evidenciados testemunham outro questionamento: “Qual é a razão para que os autores bíblicos defendessem a humanidade de Cristo?” ou “Por que era necessário que Cristo fosse homem?“.

5. Por que Expiação?

A primeira pergunta que levanta já havia sido dita por Alselmo de Cantuária séculos antes, durante o período do Escolasticismo Católico. Contudo, a princípio Baillie levanta questões que provavelmente são ouvidas em sua época sobre a realidade da fé cristã. Uma pergunta que teria sido muito ouvida durante a história do Cristianismo é a seguinte: “Seria isto verdade?”.

6. Cordeiro de Deus

Santo Anselmo é, muitas vezes, acusado de iniciar o estudo da expiação a partir do final, por que seu primeiro passo consiste em mostrar, abstratamente, a urgência da situação que exigia semelhante expiação divina para, somente então, contemplar a provisão efetiva de Deus, em Jesus Cristo. Eu poderia ser acusado do mesmo erro. Mas, ainda que, neste caso, esteja muito bem acompanhado, parece-me que seria mais exato dizer que procurei mostrar a experiência cristã da reconciliação para daí reconsiderar aquilo que a tornou possível, a Cruz e a Paixão de Cristo.

7. Cristo poderia pecar?

Essa pergunta histórica tem sido respondida de diversas maneiras, e nem sempre de maneira apropriada. Nesse artigo pretendo demonstrar minha opinião sobre o assunto, de modo introdutório. A intenção é fornecer ao leitor a possibilidade de interagir com tal questão e respondê-la à luz das escrituras.

8. A Relevância dos Milagres de Cristo para a Cristologia do NT

No que se referem ao cristianismo histórico, os milagres operados por Cristo são componentes importantes de sua crença, ainda que nos ambientes mais acadêmicos essa crença tenha sido rejeitada. Há, entre os acadêmicos quem creia que os milagres operados por Cristo nada testemunhem a seu respeito. Entretanto, esse não é o parecer mais comum sobre eles. Então, o que podemos dizer sobre papel dos milagres de Cristo no entendimento da Cristologia do Novo Testamento?

9. Cristo na Vida Cristã

Essa manhã é especial, não por ser a primeira do ano, ou por você poder lembrar o que aconteceu no último domingo do ano passado, mas por que podemos juntos relembrar o que Cristo fez por nós. Em manhãs como essas, temos a oportunidade de agradecermos a Deus por seu infinito amor, pela Sua Graça manifesta em Cristo e pela Redenção que nos ofereceu.

10. Celebrando a Liberdade

Hoje estamos reunidos aqui para celebrar nossa salvação com o memorial de sua morte. Hoje estamos aqui para, em comunhão com nossos irmãos, relembrarmos o sacrifício de Cristo, de reavaliarmos nossas vidas, de nos arrependermos por nossa intensa maldade que não apenas nos assedia como nos seduz a abandonarmos as instruções do nosso Deus. Hoje estamos aqui para celebrar nossa liberdade em Cristo Jesus, nosso acesso direto e pessoal a Deus. Hoje estamos aqui para nos colocarmos em sua presença em gratidão por tudo que ele já fez por nós, pelo que tem feito, e pela esperança que temos de que, conforme sua vontade ele continuará a fazer em nós e por nós.

11. Que bebê é esse?

O Teologando deseja a todos um Feliz Natal, e comemora de modo diferente esse ano: Oferecendo uma mensagem de Natal para todos os visitantes do blog. Clique na figura abaixo e assista a mensagem de Natal realizada no fim de semana na Igreja Batista Cidade Universitária.Bom Proveito!

12. Quem foi Jesus Realmente

Nem todos os que hoje se consideram cristãos aceitam que Jesus, foi e fez o que os Evangelhos nos dizem. Em 1994 uma pesquisa. revelou que 87% dos americanos acreditavam que Jesus ressuscitou literalmente dos mortos. Três anos depois, a pesquisa descobriu que 30% dos americanos que se consideram verdadeiros cristãos não aceitavam que a ressurreição de Jesus tenha sido algo físico e literal, mas sim uma série de experiências psíquicas dos seus discípulos, que de alguma forma os transformou completamente.

13. Jesus afirmou ser Deus?

É verdade que o conceito da Bíblia é claro e que não devemos colocar ou tirar qualquer coisa dela. Também é verdade que apenas a palavra de Deus é verdadeira e suficiente de fato para falar a verdade. Por isso, é sempre importante voltarmos às escrituras para conhecer o que ela ensina, afinal, esse é o propósito desse blog: apresentar o que a Bíblia realmente ensina sobre Jesus Cristo.

14. Jesus: Yahweh nossa Justiça

A doutrina de Cristo é uma doutrina central no cristianismo: Não é possível falar de Cristianismo sem Cristo. Para fundamentar essa doutrina nada melhor do que recorrer às escrituras como alicerce das nossas convicções sobre Cristo, antes de qualquer doutrina formalizada.

15. Jesus: Deus-homem

Em um dos últimos post que escrevi sobre o assunto (Jesus é Deus de acordo com as Escrituras) tentei demonstrar que diferente do que pensam os TJs, as escrituras defendem que Jesus Cristo é Deus. No artigo de hoje, vou proceder do mesmo modo que no post citado, buscando demonstrar que diante do todo das escrituras, Jesus é claramente Homem e claramente Deus. Nesse post, à semelhança do já citado artigo, não farei muitas declarações, apenas deixarei que as escrituras fale. Todas as citações provêm da ARA (Almeida Revista e Atualizada).

16. Um menino nos nasceu

Logo no primeiro século, ainda no embrião da era cristã, já surgia dentro das próprias comunidades cristãs o ensino de que Jesus não veio em carne, que não veio ao mundo em uma forma humana, com as características, feições e afeições, desejos e sentimentos humanos. E um dos motivos para isto pode parecer óbvio: a era cristã havia se iniciado há alguns anos e mesmo assim, com a maioria dos apóstolos e testemunhas oculares falecidos e com a dispersão dos crentes devido à perseguição que ocorreu no início da era Cristã, este ensino começou a ser ministrado nas comunidades cristãs onde cada vez menos testemunhas oculares estavam presentes.

17. Jesus é Deus de acordo com as escrituras

No Teologando já demos muita atenção a dilemas de tradução em Jo.1.1 na tentativa de responder a pergunta: Jesus é Deus ou [um] deus? Já temos demonstrado que de acordo com a gramática grega é altamente improvável que a Tradução do Novo Mundo esteja correta na tradução que oferece a esse verso. (Para mais informações leia Jesus é Deus ou [um] deus?).

18. A divindade de Cristo antes de Nicéia

Uma das acusações freqüentes entre os defensores da TNM é que Jesus não teria sido considerado Deus antes do Concílio de Nicéia. Em debates na internet essa alegação é comum e alguns chegam a solicitar evidências de que Jesus teria sido chamado Deus antes do terceiro século. É claro que os que fazem tal alegação desconsideram aquelas realizadas já no NT.

19. A divindade de Cristo segundo as escrituras

A Divindade de Cristo nas Escrituras é reconhecida por seis claras características

  1. Cristo manifesta Atributos exclusivos da divindade
  2. Cristo possui Cargos exclusivos da divindade
  3. Cristo recebe e afirma Prerrogativas da divindade
  4. A divindade de Cristo é percebida por sua relação com o Pai
  5. A divindade de Cristo é percebida na adoração que recebe
  6. A divindade de Cristo é anunciada pelos Títulos que usa e recebe

20. Jesus e o Reino de Deus

O assunto sobre o Reino de Deus no ensino de Cristo tem sido alvo de diversos estudos e apresentações, desde as mais conservadoras às mais liberais. Nossa leitura nesse estudo reflete uma visão introdutória ao assunto, levantando considerações sobre as diferentes interpretações do assunto, a visão judaica e do período interbíblico do Reino de Deus e a mensagem de Cristo sobre ele em Seu contexto.

PARA VER OUTROS ARTIGOS SOBRE O ASSUNTO, VISITE A PÁGINA SOBRE OS TESTEMUNHAS DE JEOVÁ.

Um comentário sobre “Introdução à Cristologia

  1. Edinei Siqueira

    Obrigado Rev. Marcelo por este artigo esclarecedor.
    Recentemente assistí um video onde você refuta as heresias de Bart D. Ehrman e gostei muito.

    Pb. Edinei, Th.B

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