Parte 1: Humanidade Dividida – Os filhos de Caim


Depois da queda do homem, do assassinato de Abel, Caim e Sete passam a protagonizar a descrição da história da humanidade. A história da família desses dois homens aparece contrastada em Gênesis de modo que é possível perceber o que está acontecendo: Com a queda, o homem separado de Deus não consegue conviver um com o outro e o pecado passa a ser manifesto em todas as formas possíveis. Separados pelo pecado, a descendência caminha dividia e essa divisão nos ajuda a entender um pouco melhor quem foi Noé.

A história dos descendentes de Caim inicia com uma triste declaração: “Retirou-se Caim da presença do Sehor, e habitou na terra de Node, ao oriente do Éden” (Gn.4.16). Nós acreditamos que que Node não é uma região propriamente dita, ou não uma que tivesse nome, mas que Caim teria saído da presença de Deus ao oriente do Éden como terra de peregrinação, como o termo hebraico parece sugerir (cf. A História de Três Irmãos). Caim tornou-se errante pelo mundo, e a expressão Node fortalece essa idéia da maldição de Deus sobre sua vida.

O retrato final da sentença de Caim é similar ao que vemos em Adão e Eva, que foram colocados fora do Éden, mas de Caim é dito que ele foi expulso da Presença de Yahweh. A impressão que temos com essa declaração é que Deus encaminhou Caim a vaguear pela terra, e ele foi. Agora sem alternativas, Caim parece ter cumprido a primeira ordem de Deus. “O retirada de Caim da proximidade do afeto dos pais, dos relacionamentos familiares, e da manifestação divina, deve ter sido acompanhada de profundo e ulterior sentimento de arrependimento e remorso. Mas um profundo e recorrente transgressor e ele deve sofrer as conseqüências[1]”.

1.         Desgraça Esperada:

Era de se esperar que Caim, fora da presença de Deus, levasse seu potencial ao extremo e que seus descendentes fizessem o mesmo. Entretanto, alguns detalhes do texto nos chamam a atenção no modo como Moisés conta sua história e precisamos lê-la com atenção.

a. Caim Exilado: Início da Cidade:

Sobre a questão do casamento de Caim, recomendamos a leitura do artigo A História de Três Irmãos, quando falamos sobre a possibilidade de um casamento entre irmãs ou sobrinhas (cf. A esposa de Caim). Sobre o uso dos termos “conhecer” como eufemismo, no mesmo artigo (Caim e os frutos da Queda) atestamos que “a ênfase do texto descreve a intimidade do casal de modo eufemístico para demonstrar a procriação da humanidade conforme esperada por Deus na Criação”.

…e deu à luz a Enoque: Um detalhe interessante na genealogia de Caim é o nome do seu primeiro filho. Ao que tudo indica o nome Enoque em hebraico significa “dedicado”. Sobre o significado do nome do primogênito de Caim, Clarke afirma que Enoque “significa instruído, dedicado, ou iniciado, e especialmente em coisas sagradas, que pode ser considerado uma prova de arrependimento de Caim, pois parece que ele dedicou este filho de Deus[2]”.

Por outro lado, Merkh entende a atitude de Caim como um desprezo para com Deus, observe: “Nada no texto indica que ele se arrependeu ou confessou seu pecado. Em vez de contrição, encontramos auto-comiseração.  Em vez de aceitar a disciplina do Senhor, ele reivindica seus direitos e sente-se injustiçado.  Nunca apresenta frutos de arrependimento, mas resigna-se a uma vida de vagabundo, longe do Senhor e da sua graça[3]”.

Considerando o texto como um todo, é bem provável que Clarke esteja equivocado, e que, embora o nome do primogênito de Caim tenha um excelente significado, Caim demonstra sua rebeldia para com Deus quando, por sua própria iniciativa, inicia uma cidade contrariando a disciplina divina de que ele seria errante pela terra.

…edificou uma cidade: Considerando a construção da cidade, Barnes sugere que Caim estaria se protegendo de pessoas que poderiam intencionar vingar-se por Abel, observe: “Aqui encontramos o motivo de medo e defesa pessoal ainda dominante Caim. Sua mão havia sido embebida no sangue de um irmão, e ele espera que a mão de alguém um dia será contra ele[4]”. Essa atitude de Caim seria representa mais uma atitude de fuga da presença do Senhor do que dedicação a Ele, como Clarke sugere.

Outro detalhe que importa ser lembrado é que o desenvolvimento numérico dos descendentes de Caim não seria obstáculo para a criação de uma cidade. Como vimos na previsão de Ross no último estudo, o crescimento demográfico da população primeva, considerando sua longevidade, não seria problema. Keil & Delitzsch sobre isso afirmam: “A construção de uma cidade por Caim deixará de nos surpreender, se considerarmos que, no início da sua edificação, séculos já passaram desde a criação do homem, e os descendentes de Caim poderiam, por esse tempo ter aumentado consideravelmente em número[5]”.

Outro detalhe é que o termo hebraico para cidade (hb. iyr) não implica necessariamente em uma grande cidade, observe, por exemplo, que em Gn.10.12 Moisés acresce o adjetivo “grande” (hb. gadowl) para descrever uma grande cidade. O termo pode descrever tanto uma pequena cidade rural ( 1Sm.27.5) como uma vila (Js.13.23), ou até mesmo parte de uma cidade (1Sm.12.27).

…lhe chamou Enoque: Aqui novamente vemos a atitude incomum de Caim que ao invés de nomear a cidade com seu nome (Sl.49.11), como poderíamos esperar, ele o fez em nome do filho. Talvez, por sua afeição o tenha feito.

b. Lameque: Início da Poligamia:

Moisés quando fala sobre a criação do homem e da mulher, nos instrui por dizer que a o fato de ter sido a mulher criada a partir da costela do homem, existe no casamento a identificação da unidade entre os cônjuges, observe: “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne” (Gn.2.24).

Observe que além de atestar a unidade do casal, Moisés optou pelo singular para se referir à mulher de Adão: “à sua mulher”. Essa declaração nos auxilia a compreender que o padrão que Deus tem para a união matrimonial é fundamentada em um casamento monogâmico e heterossexual. Isso é claramente observado no fato de que assim foi a preferência divina ao estabelecer a criação do homem e sua mulher. Note também que Jesus Cristo quando perguntado sobre o divórcio voltou os olhos para o mesmo verso para defender a santidade do casamento (Mt.19.4-5). Todas essas declarações nos levam a compreender que o padrão de Deus para o casamento deve ser realizado nos termos de Gn.2.23-25.

Lameque tomou para si duas esposas: Mais um passo na distância do padrão de Deus é alçado aqui. Enquanto o conselho divino determinava o padrão para o relacionamento matrimonial, Lameque, descendente de Davi demonstra seu completo desprezo pela palavra de Deus. Sobre isso Calvino nos instrui:

“Temos aqui a origem da poligamia em uma raça degenerada e perversa, e primeiro autor do mesmo é um homem cruel, destituído de toda a humanidade. Se ele tivesse sido impelido por um desejo imoderado de aumentar sua própria família, como os homens orgulhosos e ambiciosos costumam ter, ou pelo simples desejo, é de pouca importância se determinar, porque, de qualquer maneira ele violou a lei sagrada do casamento que tinha sido entregue por Deus. Porque Deus tinha determinado, que “os dois deveriam ser uma só carne”, e que é a ordem eterna da natureza. Lameque, com desprezo brutal de Deus, corrompe as leis da natureza[6]

Em acréscimo ao comentário de Calvino, Keil & Delitzsch falam que Lameque “foi o primeiro a preparar o caminho para a poligamia, pelo que os aspectos éticos do casamento, como ordenado por Deus, foi transformada pela concupiscência dos olhos e a concupiscência da carne[7]”. Não podemos ignorar o padrão de Deus em estabelecer um molde para o relacionamento matrimonial, do mesmo modo que não podemos minimizar a atitude de Lameque.

Contudo, é importante lembrar que, embora a poligamia não fizesse parte do padrão de Deus, ainda assim Deus o havia permitido em sua legislação e em muitos casos do Antigo Testamento. Personagens que marcaram a história de Israel conviveram com esse tipo de comportamento sem serem exortados por Deus por isso. A própria Lei incluía modos de se regulamentar esse tipo de comportamento, como restrições e permissões. Observe, por exemplo, o caso da morte de um homem que não deixou descendentes, a Lei instruía a seu irmão a assumir sua cunhada para dar descendência a seu irmão (Dt.25.5-10). Esse é um caso de Bigamia permitida pela Lei de Moisés dada por Deus.

No caso dos homens de Deus que conviveram com algum tipo de relacionamento matrimonial que não estava em conformidade com o padrão não foram exortados por Deus por isso. Considere em Gênesis o caso de Abraão, Sara e Hagar, que embora tenham violado o padrão divino do matrimônio não foram advertidos por isso. O mesmo pode ser dito de Jacó, Lia e Raquel.

Essa permissividade de Deus, contudo, não implica em normatização. Alias, é digno de nota que a casa dos polígamos no AT sempre sofreram de alguma forma por sua relação distorcida. Sobre isso Hamilton diz: “Na verdade, porém, quase toda família polígama do AT sofrem as mais desagradáveis e facciosas experiências precisamente por causa desta relação ad hoc. As lutas domésticas que se seguem são devastadores[8]”.

Tendo considerado isso, podemos concordar com Krell, quando fala sobre a situação de Lameque:

“A Bigamia era comum no Oriente Médio Antigo, mas nunca foi o desejo de Deus (cf. 2:24; Mateus 19:4-5). Deus o permitiu, no entanto, como fez com muitos outros costumes que Ele desaprovava (por exemplo, o divórcio, concubinas casamento, poligamia, etc), mas ele não estava satisfeito com esta violação da aliança de casamento[9]

Essa insatisfação divina é claramente observada por acontecer na família daquele que fora lançado para fora da presença de Deus. Sua distância de Deus fez de sua família a norma e regra para se viver e conviver diante de uma sociedade criada por eles e para eles. A questão aqui é claramente a visão egocêntrica e dominadora do homem sobre a vida social e matrimonial. O homem que no passado teria optado por dar ouvidos a sua esposa ao invés de Deus é agora um dominador violento e brutal. A degradação do pecado passa a atingir níveis lamentáveis.

c. Lameque: Retribuição desnecessária:

A descrição que Moises faz de Lameque é lamentável: Não apenas trata-se de um homem dominador em sua casa, mas um retribuidor irrefreado agindo segundo as leis do seu coração destituído de Deus. Observe a opinião de Kidner sobre o assunto:

“A canção de sarcástico desafio de Lameque revela rápido progresso do pecado. Enquanto Caim havia sucumbido a ele (7), Lameque exulta nele; enquanto Caim tinha procurado proteção (14,15), Lameque olha à sua volta em atitude de provocação: a selvagem desproporção entre matar um simples rapaz e uma simples ferida, constitui o ponto determinante de sua jactância (24)[10]

…matei um homem: A descrição de Lameque é fria e direta. O assassinato nas mãos de Lameque parece ainda mais pesado do que fora com Caim. Alguns comentaristas entendem que o texto não fala da crueldade de Lameque, mas de sua atitude de defesa para com sua família. Sailhamer, por exemplo, afirma:

“Para demonstrar que ele não tinha derramado sangue inocente, Lameque apela ao fato de que ele havia matado um homem por ter sido ‘ferido’ (lepsis) e ‘machucado’ (lehabburati). Ele não ‘aborrece a seu próximo, e lhe arma ciladas, e se levanta contra ele, e o fere de golpe mortal’ (Dt.19.11) como Caim tinha feito, mas ele fundamenta seu recurso no conceito da defesa pessoal[11]”.

Em outras palavras, a atitude de Lameque aos olhos de Sailhamer, Lameque agiu em legítima defesa, o que não parece nada claro no texto. É digno de nota que o teor do texto sugere que Lameque estivesse promovendo a vingança com a intensidade que lhe era aceitável. A idéia de Sailhamer, fundamentada na possibilidade de que se tratasse de uma briga em defesa da família, além de não ter lugar no contexto não condiz com a terminologia usada por Moisés.

O termo para ferir (hb. petsa) é usado por Moisés na descrição da Lex Taliones, observe: “Mas, se houver dano grave, então, darás vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, queimadura por queimadura, ferimento por ferimento, golpe por golpe” (Ex.21.23-25). O termo é uma descrição de um machucado, ferimento, ou até mesmo chagas (Jo.9.17). A idéia desse texto é exatamente refrear atitudes como a de Lameque, que em sua resposta à ofensa que sofreu, um ferimento, respondeu com o assassinato (hb. harag). Se Lameque tivesse respondido à ofensa (ferimento) à mesma altura, sua atitude teria sido ao menos nobre. Entretanto, sua violência em resposta demonstra a vingança usurpada de Deus e o exercício da retaliação.

…um jovem: A tentativa de defesa de uma ação em legítima defesa de Lameque tem sua completa derrota na continuidade da leitura do texto: “matei… um jovem por que me pisou”. Se o ferimento fosse feito por um conflito, e Lameque, em resposta a isso, acabasse por matar tal homem, que justificaria a morte desse jovem? Outro detalhe que parece desfavorecer por completo é a identificação da idade desse jovem. O termo hebraico usado aqui (hb. yeled) é usado em Gênesis para descrever um menino recém desmamado (Gn.21.8), uma criança (21.14; 33.5, 14) e filhos de modo mais genérico (Gn.30.26; 32.22; 33.2). Nada no uso desse termo sugere alguém hábil a defender-se para que se sugira que tal “jovem” tivesse envolvido em uma briga com Lameque, ou estivesse a ameaçá-lo ou a sua família, para que se justificasse conceituar essa cena como um ato de legítima defesa.

Outro detalhe que deve ser considerado é a ação desse “jovem” para com Lameque: “um jovem por que me pisou”. A ARA optou por traduzir o termo hebraico usado aqui (hb. chabbuwrah) como algo tão insignificante como um pisão (cf. Is.1.6; 53.5 – pisaduras). A verdade é que o termo pode ter uma conotação um pouco mais agressiva do que apenas um pisar em outrém, pois o termo também é usado na descrição de Moisés da Lex Taliones: “Mas, se houver dano grave, então, darás vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé, queimadura por queimadura, ferimento por ferimento, golpe por golpe” (Ex.21.23-25).

Em Provérbios o termo é usado com o sentido de vergão, como o resultado de uma ferida feita cuja marca fica na pele (Pr.20.30). Ainda assim, não encontramos na ação dessa criança algo que tenha sido digno de assassinato. A julgar pelo avanço dos efeitos do pecado na raça humana (Gn.6), é visível que Moisés está a apresentar o declínio da humanidade na vida isenta de Deus: Caim assassinou por inveja; Lameque por orgulho e vanglória. Lameque desce a um nível ainda mais desprezível que seu ancestral Caim: Caim lamentou por seu pecado, teve medo e por auto-comiseração buscou em Deus recurso para sua sobrevivência; Lameque se orgulhou de ser assassino, não teve piedade e zombou da proteção de Deus a Caim e se fez valente diante de sua própria sorte. Deffinbaug concorda com isso, observe:

“Lameque nos leva ao ponto da história do homem onde o pecado não é apenas cometido descaradamente, mas com prepotência. Ele se vangloriou de seu assassinato para as suas mulheres. Mais que isso, ele se gabou de que seu pecado foi cometido contra um rapaz que simplesmente o ferira. Este assassinato foi brutal, ousado e vão[12]

Jonatas Edwards completa:

Com sua fala as suas esposas, Lameque demonstra sua impenitência, presunção e grande insensibilidade. Quando Caim assassinou seu irmão, sua consciência o atormentou grandemente; mas Lameque com grande soberba, ignora todo o remorso[13].

2.         Graça Inesperada:

É interessante que ainda no relato da descendência de Caim pudéssemos encontrar algum aspecto positivo que pudesse ser louvável. Numa família cercada por egos inflados e prontos ao assassinato, nós não esperaríamos encontrar virtudes dignas de atenção. Observe o que Deffinbaug diz:

“Certamente nada de bom poderia vir de tal homem. E mesmo assim, é da sua descendência que vêm as grandes contribuições culturais e científicas. Um filho tornou-se o pai dos pastores nômades, outro foi o primeiro de uma linhagem de músicos, e outro foi o primeiro dos grandes trabalhadores em metal. Precisamos fazer uma pausa para observar que mesmo o homem em seu pior estado não está desabilitado a produzir aquilo que é considerado benéfico à raça humana[14]

Esse aspecto da humanidade é interessante: Ainda no seu mais depravado estado, na qual todas as suas faculdades estão maculadas pela presença do pecado, ainda há um lampejo de brilhantismo artístico e profissional que revela a presença e a existência de um Ser Supremo e Criador. Na descendência de Caim vemos exatamente isso.

Alguém poderia dizer que toda sua produção era orientada para o mal, que suas músicas seguiam as notas do canto de Lameque às suas esposas, entretanto nada no texto favoreceria essa noção. A apresentação de Moisés sobre os ofícios dos descendentes de Caim não são analisados, apenas apresentados sem qualquer descrição de favoritismo ou preterição. O que podemos notar é que todas as descrições são apresentadas com imparcialidade de tal modo que não é possível se considerar uma em preferência a outra. Ou seja, não se pode afirmar no malefício da música da descendência de Jubal sem rejeitar a pecuária de Jabal ou o uso da serralheria de Tubalcaim.

É bem verdade que se sugere que a manipulação de metais teria sido no futuro usada para produção de armas usadas para assassinato. Do mesmo modo que a música teria sido usada para a adoração de deuses pagãos. Em nossa sociedade esse fato não é diferente: o desenvolvimento científico está claramente atrelado ao desenvolvimento bélico do mesmo modo que a música atrelada à sensualidade. Entretanto, não se pode dizer que o meio tenha determinado o fim, mas que o uso do meio tenha pervertido o algo essencialmente neutro, como música, ciência e tecnologia.

Lembre-se que todos esses instrumentos (música, ciência, tecnologia) podem e são usados para conceder Glória a Yahweh como Deus Criador. A música tem sido o instrumento cristão de louvor desde seus primórdios, mas mais recentemente tanto ciência como tecnologia tem se aliado ao modo de louvor a Deus. Com a tecnologia vemos o avanço das ferramentas de estudo, pesquisa, produção acadêmica do mesmo modo que com a ciência vemos os relatos antigos de Yahweh confirmados pelo estudo contemporâneo. Segue-se que, a julgar pela nossa experiência, entendemos que não é a profissão de Jubal essencialmente ruim, bem como a de Jabal e Tubalcaim, ainda que, em função dos investimentos e desenvolvimentos destes, muitos males foram produzidos na humanidade.

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Notas

[1] BARNES, Albert, Notes on the Bible.

[2] CLARKE, Adam, Adam Clarke`s Commentary on the Bible. (http://www.godrules.net/library/clarke/clarke.htm)

[3] MERCK, David, A História de 3 irmãos.

(http://www.palavraefamilia.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=194&Itemid=108)

[4] BARNES, Albert, Notes on the Bible.

[5] Keil & Delitzsch, Commentary on the Old Testament.

[6] CALVINO, João, Commentary on Genesis. (http://www.ccel.org/ccel/calvin/calcom01.html).

[7] Keil & Delitzsch, Commentary on the Old Testament.

[8] Hamilton, The Book of Genesis Chapters 1-17, 238. Cf. Deut 21:15-17. IN: KRELL, Keith, Raising Cain (Genesis 4.1-26). (http://bible.org/seriespage/raising-cain-genesis-41-26).

[9] KRELL, Keith, Raising Cain (Genesis 4.1-26). (http://bible.org/seriespage/raising-cain-genesis-41-26)

[10] KIDNER, Derek, Gênesis – Introdução e Comentário. pp.72

[11] SAILHAMER, John, Genesis. Pp.66.

[12] DEFFINBAUG, Bob, The fruits of the Fall. Bible.org (http://bible.org/seriespage/fruits-fall-genesis-41-26)

[13] EDWARDS, Jonathan, Notes on the Scripture.

[14] DEFFINBAUG, Bob, The fruits of the Fall. Bible.org (http://bible.org/seriespage/fruits-fall-genesis-41-26)

Um comentário sobre “Parte 1: Humanidade Dividida – Os filhos de Caim

  1. Edcarlos

    Muito bom. Referencias bastante elucidativas. Parabéns Marcelo pela dedicação num trabalho extremamente edificante e esclarecedor. Deus continue te usando.

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