Devoção a Jesus no Cristianismo Primitivo

Em 2003 Larry Hurtado publicou um dos livros mais importantes sobre a devoção a Jesus Cristo no cristianismo primitivo. Entitulado Lord Jesus Christ: Devotion to Jesus in Earliest Christianity esse livro apresenta uma em pouco mais de 650 páginas uma abordagem crítica, acadêmica e evangélica das evidências neotestamentárias e do periódo pós-apostólico a respeito da centralidade da adoração de Cristo na experiência e teologia cristã.

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O Texto do Novo Testamento e a Reforma Protestante

Nessa aula vamos observar a importância do Texto Grego do Novo Testamento para a reforma protestante. Por isso, vamos falar a respeito de:

  1. Erasmo de Rotterdam
  2. Novum Instrumentum Omne (o primeiro texto grego do NT publicado)
  3. A relação de Erasmo e do NI com a Reforma Protestante
  4. Vamos demonstrar a influência de Erasmo na teologia de Lutero (dois exemplos)

A apresentação dessa aula pode ser baixada aqui: O Texto do NT e a Reforma Protestante. Continue lendo “O Texto do Novo Testamento e a Reforma Protestante”

ARTIGO: Era Júnia uma Apóstola?

Na edição desse mês da revista Teologia Brasileira foi publicado o meu primeiro artigo acadêmico intitulado Era Júnia uma Apóstola?. Esse artigo é a versão expandida do post publicado no Teologando com o mesmo nome. Uma versão em PDF também foi colocada na minha conta do Academia.edu. Nessa versão paginada o leitor terá acesso as notas de rodapé e às referências bibliográficas com mais facilidade.

ABSTRACT

Nesse artigo o autor se propõe a apresentar diferentes elementos relacionados ao problema interpretativo de Rom16.7, especialmente referentes ao gênero de Júnia(s) e o lugar que lhe cabe no ministério apostólico. Em primeiro lugar, o autor examina o texto do ponto de vista de sua forma textual e sua influência na identificação do gênero e lugar de Júnia(s) em relação aos apóstolos. Em segundo lugar, analisa os problemas relacionados ao estudo da identificação do gênero de Júnia(s). Por fim, analisa a posição que Júnia(s) ocupa em relação ao ministério apostólico. O autor conclui que as evidências apontam para o fato de que Júnia era de fato uma mulher que era notável pelos apóstolos.

Leia a versão publicada na revista Teologia Brasileira aqui.

Baixe o PDF aqui.

Porque Eu Acredito no Nascimento Virginal

Nessa aula, Marcelo Berti se propõe a:

  1. Identificar a fundamental importância teológica para a doutrina do nascimento virginal
  2. Avaliar o silêncio do NT a respeito do nascimento virginal de Jesus
  3. Comparar as principais sugestões de similaridade entre a história do nascimento de Jesus e alguns mitos greco-romanos
  4. Avaliar a plausibilidade histórica do nascimento virginal de Cristo

A versão em PDF da apresentação usada na aula pode ser vista aqui.

Em Chamas

Certa vez, um jovem cristão da igreja Assembléia de Deus e estudante de teologia participou de um culto onde um jovem evangelista pregava. Na ocasião, esse evangelista contou uma história que o jovem estudante de teologia já conhecia, e sabia que o evento não tinha acontecido tal como contava o evangelista. Na manhã seguinte, ele resolveu abordar o evangelista para ajudá-lo a entender melhor a história. Infelizmente seus esforços não foram recebidos com muito entusiasmo, e no culto noturno no mesmo dia, aquele jovem evangelista falou uma das frases que marcaria sua vida: “Eu prefiro ser um tolo em chamas, do que um teólogo no gelo.” Naquele momento ele percebeu que havia encontrado um tolo em chamas, mas que não gostaria em hipótese nenhuma ser um teólogo no gelo. Foi nessa ocasião que ele decidiu ser um teólogo em chamas! Continue lendo “Em Chamas”

Estupro, machismo e a mania de culpar a Igreja

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Eu fico admirado com a quantidade de heróis sociais evangélicos que se levantam na web para mostrar toda a sua indignação e culpar as igrejas e o cristianismo. Agora virou moda jogar para a torcida e atacar o próprio arraial quando algo de trágico ocorre no mundo. Dá ibope. A Igreja e os cristãos viraram o bode expiatório de toda barbárie que pulula no jornal ou na rede. E todos batem palmas. Como se pedir desculpas em nome dos cristãos fosse resolver alguma coisa. Continue lendo “Estupro, machismo e a mania de culpar a Igreja”