Sugestões Práticas

QUARTA PARTE: Sugestões Práticas

1. Sobre a Dificuldades para se Aceitar a Mensagem do Evangelho

As escrituras nos ensinam que não é possível para o homem salvar-se, porém, é possível para Deus salvar o homem. (Mt.19.16-26). Ou seja, a salvação não é administrada segundo o querer do homem, mas segundo a benevolência de Deus (Jo.1.12-13; Tg.1.18). Contudo, algumas idéias não bíblicas sobre a salvação trazem a falsa sensação de Salvação é por mérito, ou por obras realizadas. Dessa forma, muito chegam a errônea conclusão de que é possível chegar a salvação pela bondade, pela igreja ou pelo trabalho na igreja.  Vamos observar isso com mais cautela.

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2. Sobre a Mensagem

Um conceito que não pode ser perdido na evangelização é que a mensagem não pode ser adulterada. Enquanto o método muda  de contexto para contexto, época para época, a mensagem do evangelho não pode ser adulterada: “Irmãos, venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei, o qual recebestes e no qual ainda perseverais por ele também sois salvos, se retiverdes a palavra tal como vo-la preguei, a menos que tenhais crido em vão” (1Co.15.1-2). Ou seja, alterar a mensagem do evangelho implica em impedir que pessoas tenham acesso a salvação oferecida por Deus por intermédio de Jesus Cristo.

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3. Sobre o Evangelista

Para ser um proclamador do evangelho há algum pré-requisito? Certamente. Em primeiro lugar o evangelista deve ser um cristão resgatado pela graça monérgica de Deus. Não há ministério se não há ministro. Em segundo lugar, devemos dizer que todas as recomendações morais das escrituras são mandatórias para o evangelista. É por isso que Paulo diz: “esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado” (1Co.9.27).

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4. Sobre a Comunicação

Diz-se que comunicação não é o que se diz, mas o que se entende. Se isso é fato, nossa comunicação do evangelho deve levar em conta o que nosso alvo evangelístico é capaz de entender. Devemos ser cônscios de que a linguagem bíblica, especialmente a da maioria das traduções que usamos, é ultrapassada e repleta de vocábulos não mais usados na conversação diária.

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5. Sobre a Conversão e Rejeição

Quando se fala em evangelizar, algumas pessoas já associam esse conceito com o “converter” pessoas. Entretanto, essa não é nossa missão: Nossa missão é levar o evangelho. Converter alguém é obra do Senhor.

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6. Sobre a Atitude do Evangelista

Uma coisa é ser persistente, outra insistente e muitas vezes nós nos perdemos nessa definição. Todos devemos persistir na proclamação do evangelho, afinal essa é nossa missão. Contudo, devemos entender quando o pecador não quer aceitar a mensagem do evangelho. A salvação é uma decisão pessoal e se o pecador decide por não querer, devemos saber respeitar essa atitude sem desistir de levar o evangelho. Isso significa que devemos aprender a sermos adequados em nossa comunicação, além de mantermos nossos joelhos dobrados em oração por essas pessoas

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7.  Sugestões de Melhoria da Comunicação do Evangelho

Sempre que você comunicar a mensagem para alguém, faça depois uma análise tentando identificar onde houve dificuldade na comunicação. Pode ser que encontre dificuldades em explicar alguns termos usados nas Escrituras (ex.: remissão, justificação, fé, etc.), ou então você fala rápido demais e a pessoa não consegue acompanhar a sua linha de raciocínio. Enfim, identificar as falhas ou dificuldades ajudarão a comunicar-se melhor e facilitar para que seja entendido. Muitas pessoas não melhoram sua comunicação porque vivem constantemente cometendo os mesmo erros.

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