A Questão da Homossexualidade

VOX SCRIPTURAE (5:1 – Março de 1995; 43 – 70). Este artigo também foi publicado em Todah Elohim em forma de série, nomeada “A Questão da Homossexualidade.” Todo o texto pode ser visto num formato amigável no issuu (clique aqui)

por, Carlos Osvaldo Pinto e Luiz A. T. Sayão[1] Continue lendo “A Questão da Homossexualidade”

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Abusar das Escrituras, Abusar de Deus

 por Daniel Wallace

Os evangélicos cristãos baseiam suas vidas na Bíblia. Acreditamos que a Bíblia é a Palavra de Deus e que esta, portanto, é uma autoridade para nós em questões de fé e prática. A Bíblia indica as grandes verdades de quem Deus é, como nos relacionamos com ele, como entendemos a nós mesmos e o mundo. Resumidamente, a Bíblia contém as palavras da vida. Crentes a usam para guiá-los no discernimento da vontade de Deus, do fundamental ao corriqueiro. Nós a lemos a fim de tanto obtermos esperança, quanto colhermos verdades. A Bíblia afeta nossas crenças, atitudes e comportamentos. Resumidamente, a Bíblia é a nossa conexão com os céus; sem esta, estamos à deriva, desprotegidos em uma terra hostil.  Continue lendo “Abusar das Escrituras, Abusar de Deus”

Cristo, a escritura e o cristão

A escritura é fonte de prazer (Sl.1.2) e o fundamento do sucesso (Js.1.8) para o cristão que nela medita de dia e de noite e aplica em sua vida os princípios apresentados por Deus em suas páginas (veja mais aqui). A escritura é o depósito da verdade divina que transforma a vida daquele que se dedica a conhecer a Deus através de seus escritos. É nela que Deus se dá a conhecer Sua pessoa e vontade por meio de Cristo.

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A escritura e o prazer cristão

A escritura para o cristão é nada mais nada menos que a Palavra de Deus. Para ele a escritura vem de Deus, pertence a Deus e carrega em sua essência as características de Deus. Por ser Seu autor, Deus garantiu que a verdade a respeito de Si mesmo fosse apresentada de modo fiel por homens que ele escolheu para apresentar ao Seu povo, Sua pessoa, carater, plano e missão.

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Perigos na Interpretação

Recentemente escrevi um artigo que chamou a atenção de muitas pessoas por seu conteúdo relativamente polêmico. No post O Papa, Pedro e a Pedra apresentei minha preferência na interpretação do texto de Mateus 16.18, e afirmei que a pedra referida por Cristo naquela passagem, refere-se a Pedro, e não à confissão de Pedro ou a Jesus Cristo. Por ser conhecida como uma interpretação oferecida pelos Católicos, recebi algumas reações à minha proposta de interpretação, afirmando que teria violado o texto, rasgado as escrituras e inserido nas escrituras uma terrível heresia.

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Humanidade de Cristo – Parte 1

Humanidade de Cristo – Parte 1 from Marcelo Berti on Vimeo.

Nessa aula trataremos da Humanidade de Cristo segundo a declaração das escrituras. Como de costume, iniciaremos por apresentar as heresias histórias a respeito da humanidade de Cristo e seus equívocos.

Tendo feito isso, apresentaremos 6 declarações bíblicas que comprovam sua plena humanidade: 1. Seu nascimento; 2. Seu desenvolvimento; 3. Seus nomes; 4. A existência de elementos essenciais a natureza humana; 5. Fraquezas reconhecidamente humanas e por fim, 6. oO fato de que Ele foi reconhecido como ser humano.

Na próxima aula, trataremos das declarações teológicas relacionadas a Humanidade de Cristo.

João Calvino e as novas revelações do Espírito

por João Calvino

Os fanáticos, pondo de lado a Santa Escritura, passam por cima da revelação e subvertem todos os princípios da piedade

APELO DOS FANÁTICOS AO ESPÍRITO EM PREJUÍZO DA ESCRITURA

Além disso aqueles que repudiam as Escrituras, imaginando que podem ter outro caminho que o leve a Deus, devem ser considerado não tanto como dominados pelo erro, mas como tomados por violenta forma de loucura. Recentemente, apareceram certos tipos de mau caráter que atribuindo a si mesmos, com grande presunção, o magistério do Espírito, faziam pouco caso de toda leitura da Bíblia, e riam-se da simplicidade dos que ainda seguem o que esses, de mau caráter, chamam de letra morta e que mata. Continue lendo “João Calvino e as novas revelações do Espírito”

Por que estou comprometido em ensinar a Bíblia?

por John MacArthur

Jamais aspirei ser conhecido como um teólogo, um apologista ou um erudito. Minha paixão é ensinar e pregar a Palavra de Deus. Embora tenha abordado questões teológicas e controvérsias doutrinárias, em alguns de meus livros, nunca o fiz sob o ponto de vista da teologia sistemática. Pouco me inquieta o fato de que algum assunto doutrinário se enquadra nesta ou naquela tradição teológica. Desejo saber o que é bíblico. Todas as minhas preocupações estão voltadas às Escrituras, e meu desejo é ser bíblico em todo o meu ensino. Continue lendo “Por que estou comprometido em ensinar a Bíblia?”