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Sobre Servos e Remadores

“Portanto, que todos nos considerem como servos de Cristo e encarregados dos mistérios de Deus.” 1 Coríntios 4:1

Para a igreja em Corinto, Paulo parece fazer um grande esforço parar demonstrar que como apóstolo de Cristo, ele não passa de um servo dos seus irmãos. São várias as metáforas e analogias que Paulo usa para demonstrar que a liderança cristã é mais uma oportunidade de serviço do que de senhorio. Continuar lendo “Sobre Servos e Remadores”

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Liderança Pastoral Feminina na Igreja Local

Vivemos dias em que a conversa sobre a validade ou a não validade do ministério pastoral feminino tem sido acirrada. Desde que se tornou público que a Convenção Batista Brasileira se manifestou favorável a inclusão de pastoras na denominação, defensores ferrenhos de ambos os lados tem enchido a internet de vídeos, artigos, comentários, notas explicando a razão de suas crenças. Nesse sentido o Teologando não é diferente.

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Pregação da Prosperidade: Enganosa e Mortífera

por John Piper

Quando leio sobre pregação de prosperidade nas igrejas, minha resposta é: “Se não estivesse dentro do Cristianismo, eu não desejaria estar.” Em outras palavras: se essa é a mensagem de Jesus, não, obrigado!

Atrair as pessoas a Cristo prometendo riqueza é tanto enganoso como mortífero. É enganoso porque quando o próprio Jesus nos chamou, ele disse coisas como: “Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo” (Lucas 14:33). E é mortífero porque o desejo de ser rico faz com que as pessoas caiam “na ruína e perdição” (1 Timóteo 6:19). Assim, aqui está o meu apelo aos pregadores do evangelho. Continuar lendo “Pregação da Prosperidade: Enganosa e Mortífera”

O Supremo Dever do Pastor

“Se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja” (1Tm 3.1)

Tom Ascol

A palavra-chave nesse versículo é “obra”. O ministério pastoral é uma obra árdua. Paulo comparou a vida do pastor à do soldado e à do lavrador. Ele encorajou o jovem Timóteo a participar “dos sofrimentos” no ministério (2 Tm 2.3,6).

No cerne desta obra árdua está a santa tarefa de pregar. D. Martyn Lloyd-Jones afirmou que “a mais urgente necessidade da igreja cristã é a verdadeira pregação”. Seu antecessor, G. Campbell Morgan, também sustentava esse mesmo ponto de vista sobre a pregação, quando a chamou de “a suprema obra do ministro cristão”.

Na introdução de sua clássica obra sobre homilética, A Treatise on the Preparation and Delivery of Sermons (Um tratado Acerca do Preparo e Entrega de Sermões), John Broadus argumenta que “a pregação é o grande meio designado para espalharmos as boas-novas de salvação através de Cristo”. Espera-se que um pastor seja muitas coisas. Ele tem de ser um conselheiro para aqueles que necessitam de orientação, um encorajador para aqueles que estão desanimados e um confortador para os que estão angustiados. Precisa ser um administrador da vida e do ministério de uma igreja local e um líder que dirige a igreja nos caminhos adequados. Porém, dentre todas essas e outras responsabilidades, o pastor é, primeiramente (e sobre todas as demais coisas), um pregador. Continuar lendo “O Supremo Dever do Pastor”

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Expectativas de Paulo em relação à liderança Cristã

por Thiago Zambelli

Paulo compreendia que Timóteo era um jovem capaz de exercer a liderança cristã à semelhança de si mesmo.  Paulo almejava que Timóteo desempenhasse papéis que são fundamentais para o crescimento da igreja. De uma forma semelhante, o escritor de tantas cartas neotestamentárias também deixa no texto sagrado suas expectativas para com as pessoas que exerceriam liderança no seio da igreja. Entre estas expectativas, reconhecidamente ele buscava crentes com competência, caráter e compaixão.[22] Continuar lendo “Expectativas de Paulo em relação à liderança Cristã”

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Apóstolo Paulo como Líder

por Thiago Zambelli

É inquestionável para qualquer genuíno cristão que Paulo, depois de nascer de novo, exerceu uma vida cristã com a qualidade de um exemplar filho de Deus. Ele mesmo disse a Timóteo: Combati o bom combate, terminei a corrida, guardei a fé (2Tm 4.7). Paulo é indubitavelmente alguém a quem devemos olhar e imitar (cf. 1Co 11.1), visto que seus esforços, desde a compreensão dada por Deus sobre Ele e sobre si, foi prosseguir para o alvo de seu chamado celestial (Fp 3.14) de ser um ministro entre os povos: …fui designado pregador e apóstolo (digo-lhes a verdade, não minto), mestre da verdadeira fé aos gentios (1Tm 2.7). Continuar lendo “Apóstolo Paulo como Líder”

Seis características que um líder deve desenvolver

A vida é um ciclo de fim determinado, embora não saibamos quando exatamente esse ciclo terminará. Entretanto, temos plena certeza de que a cada dia que passa, como diria João Alexandre, “é uma passo a menos e um passo a mais, na direção do fim, frio feroz, o fim de todos nós“. Em outras palavras, sabemos que a cada dia nosso tempo para desenvolvimento da nossa vida e ministério está diminuindo, e não é à toa que homens mais experientes sempre nos estimulam a focar cada vez mais em nossas atividades, pois pois eles já aprenderam que sua vida está terminando. Continuar lendo “Seis características que um líder deve desenvolver”

Características de uma equipe ministerial Saudável

O primeiro estágio para se ter uma equipe ministerial saudável é compreender o que é uma equipe como essa, entender quais são as características essenciais para uma equipe ministerial, afinal se não tivermos ideia de como é uma equipe ministerial saudável, é bem possível que nunca chegaremos a ela, simplesmente por não a conhecermos. Continuar lendo “Características de uma equipe ministerial Saudável”