Tolerância Zero!

Mensagem pregada por Marcelo Berti na Igreja Batista Urbana (Facebook) no dia 9/Jul/2017 Continue lendo “Tolerância Zero!”

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Estupro, machismo e a mania de culpar a Igreja

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Eu fico admirado com a quantidade de heróis sociais evangélicos que se levantam na web para mostrar toda a sua indignação e culpar as igrejas e o cristianismo. Agora virou moda jogar para a torcida e atacar o próprio arraial quando algo de trágico ocorre no mundo. Dá ibope. A Igreja e os cristãos viraram o bode expiatório de toda barbárie que pulula no jornal ou na rede. E todos batem palmas. Como se pedir desculpas em nome dos cristãos fosse resolver alguma coisa. Continue lendo “Estupro, machismo e a mania de culpar a Igreja”

Por uma Reforma na Igreja Brasileira

Enquanto comemoramos e refletimos a respeito da Reforma Protestante, uma pergunta ainda nos resta: Será que a Igreja Brasileira não precisa passar por uma reforma? Será que não precisamos voltar às escrituras, ao Cristo ressurreto, ao evangelho? Já não basta mais relembrar a história, a teologia e a mensagem da Reforma Protestante se nós não estamos dispostos a batalhar pela Reforma da igreja brasileira hoje. A única razão que nos faz olhar para o passado e relembrar nossas raízes é nos preparar para lutarmos no presente por uma igreja centrada em Cristo no futuro. É por isso que nesse post, deixo dois comentários a respeito da igreja Brasileira feitos por teólogos brasileiros sobre a necessidade de uma reforma genuína para Nossa Igreja Brasileira. Continue lendo “Por uma Reforma na Igreja Brasileira”

Eu também tenho um sonho

No dia 28 de Agosto de 1963 nos degraus do Lincoln Memorial em Washington D.C., Martin Luther King proferiu um discurso que defendia a integração e relacionamento interracial nos Estados Unidos que ficou internacionalmente conhecido como “I have a dream” (Eu tenho um sonho). O sonho de Martin Luther King era fundamentado no sonho americano de liberdade e igualdade, no qual descendentes de escravos e filhos de donos de escravos pudessem viver em harmonia, de modo que as crianças pudessem viver em uma nação que não julga a cor da pele, mas que se interessa pelo conteúdo do seu caráter. Seu sonho alimentou centenas de milhares de pessoas ao redor do mundo, e seu discurso inflamou outras centenas de milhares na luta pela igualdade e liberdade ao redor do mundo. Seu sonho foi revolucionário, e ainda hoje é desafiador. Continue lendo “Eu também tenho um sonho”

Jesus na Oração da Igreja Primitiva

por Larry Hurtado

Em vários textos neotestamentários, Jesus é apresentado como o intercessor ou advogado celestial em benefício dos crentes. Esta é uma ênfase bem conhecida na epístola aos Hebreus, é claro(por exemplo, 2:14-18; 4:14-5:10; 7:15-8:7; 9:11-22; 10:11-14). Mas esta ideia também tem reflexos tão cedo quanto na passagem da epístola de Paulo aos Romanos(8:34), onde Jesus é “aquele que intercede por nós”. Aqui, a intercessão de Jesus parece agir antes de tudo para estabelecer os crentes como aceitáveis a Deus. A carta de Paulo e a referência abreviada à ideia sugere que ele já a considerava familiar entre seus pretendidos leitores, sugerindo que ela era “propriedade comum” entre os vários tipos de círculos cristãos primitivos. Isto parece ser confirmado na referência a Jesus como o “advogado com o Pai” dos/para os crentes em 1 João 2:1. Da mesma forma, a referência em João 14:16 de “outro advogado” (ali identificado como o Espírito Santo) parece aludir à noção de que o Jesus ressurreto é advogado. A defesa de Jesus a Deus em benefício dos crentes, e a defesa do Espírito de Jesus aos crentes. Continue lendo “Jesus na Oração da Igreja Primitiva”

O problema do rótulo teológico

Na minha opinião, rótulos teológicos são um problema. Não que eu os tenha em baixa estima, o que pense que são desnecessários. Nada disso. Apenas acho que rótulos teológicos são um problema na teologia brasileira. Talvez minha história ilustre a questão. Desde que comecei o Teologando já recebi rótulos dos mais diversos: Quando escrevi sobre a criação, fui chamado de religioso fundamentalistaquando escrevi sobre Pedro e a Pedra, fui chamado de liberal; quando escrevi sobre a eleição, fui chamado de calvinista; quando ensinei sobre Cristo, fui chamado de arminiano; quando citei Rudolf Bultmann fui chamado de herege; quando escrevi sobre o reino de Deus no ensino de Cristo fui chamado de neo-dispensacionalista; quando escrevi sobre o Espirito Santo, fui chamado de pentecostal; quando escrevi sobre a bíblia, fui chamado de fundamentalista. De duas uma: (1) ou eu sou bipolar ou (2) existe algum problema com a prática de atribuir rótulos teológicos a outras pessoas. Talvez, alguém diga que as duas opções não são mutuamente excludentes.

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O Pentecostalismo e seus Danos à Igreja de Deus

por Marcos Mendes Granconato

A. Os Três Perigos

Ao longo de sua história, a igreja cristã tem enfrentado três graves perigos: o paganismo, o papismo e o pentecostalismo.

paganismo ameaçou a igreja logo nos primeiros anos de sua existência, especialmente por meio de um misto de religiões, filosofias e fábulas que mais tarde ficou conhecido como gnosticismo. Esse modelo exercia forte atração sobre os cristãos menos preparados porque, além de oferecer experiências místicas, como visões e coisas do tipo (Cl 2.18), também impunha aos seus seguidores normas de conduta que pareciam piedosas — regrinhas como “não pode isso”, “não pode aquilo” (Cl 2.20-23). O maior atrativo do gnosticismo, porém, estava na alegação de que seus adeptos formavam uma elite espiritual detentora de um grau de espiritualidade e conhecimento (gnosis) que outras pessoas eram incapazes de ter. Continue lendo “O Pentecostalismo e seus Danos à Igreja de Deus”

Era Júnia uma apostola?

Saúdem Andrônico e Júnias, meus parentes que estiveram na prisão comigo. São notáveis entre os apóstolos, e estavam em Cristo antes de mim – Romanos 16.7 [NVI]

Com a recente decisão da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil para aceitar mulheres como integrantes do ministério pastoral na denominação, pessoas de todo o Brasil passaram a se perguntar a respeito da validade de tal decisão. Blogs, Sites, Páginas do Facebook foram criadas para dialogar sobre o assunto. Até mesmo Augustus Nicodemos, um pastor presbiteriano, sentiu a necessidade de apresentar sua opinião a respeito do assunto no artigo Resposta a Argumentos Usados em Favor da Ordenação de Mulheres. Entre os argumentos respondidos pelo Reverendo Augustus Nicodemos encontra-se a questão sobre Júnias: Era ou não era ela uma apóstola? Se Júnia era de fato uma apóstola, isso não seria uma excelente evidência das escrituras sobre a validade do ministério pastoral feminino na igreja local? Continue lendo “Era Júnia uma apostola?”

Liderança Pastoral Feminina na Igreja Local

Vivemos dias em que a conversa sobre a validade ou a não validade do ministério pastoral feminino tem sido acirrada. Desde que se tornou público que a Convenção Batista Brasileira se manifestou favorável a inclusão de pastoras na denominação, defensores ferrenhos de ambos os lados tem enchido a internet de vídeos, artigos, comentários, notas explicando a razão de suas crenças. Nesse sentido o Teologando não é diferente.

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Chega de por a ‘culpa’ em Constantino

É incrível como alguns grupos por falta de conhecimento da história eclesiástica se escoram em Constantino para suas posições a respeito do cristianismo. Estava lendo um comentário de um judeu que afirmou que foi Constantino o “inventor” do cristianismo. Já ouvi coisa semelhante de outras pessoas que representam outros grupos …  sempre Contantino leva a fama, mas será que isso é verdade? Venha comigo há 2000 anos atrás para aprendermos se ele foi de fato o responsável pela formação do cristianismo. Continue lendo “Chega de por a ‘culpa’ em Constantino”