O Outro Evangelho
Uma mentira com cara de verdade, uma deturpação de Deus, sua palavra, seu amor e a sua oferta de salvação.
Nesse vídeo John Piper explica por que acredita que o suposto evangelho da prosperidade é tão perigoso e prejudicial.

A.W. Pink
Satanás não é um iniciador; ele é um imitador. Deus tem um Filho unigênito, o Senhor Jesus Cristo; de modo similar, Satanás tem o “filho da perdição” (2 Ts 2.3). Existe uma Trindade Santa; de maneira semelhante, existe a Trindade do Mal (Ap 20.10). Lemos nas Escrituras a respeito dos “filhos de Deus”? Lemos também sobre os “filhos do maligno” (Mt 13.38). Deus realmente realiza em seus filhos tanto o querer como o executar a sua boa vontade? Somos informados que Satanás é o “espírito que agora atua nos filhos da desobediência” (Ef 2.2). Existe um “mistério da piedade” (1 Tm 3.16)? Também existe um “mistério da iniqüidade” (2 Ts .7). Continue lendo

John Piper
Você já se perguntou por que o perdão de Deus tem algum valor? E quanto à vida eterna? Você alguma vez se perguntou por que uma pessoa iria querer ter vida eterna? Por que deveríamos desejar viver eternamente? Estas indagações têm importância porque é possível querer o perdão e a vida eterna por razões que provam que você não os tem. Vejamos o perdão, por exemplo. Você pode desejar o perdão de Deus porque é muito infeliz com sentimentos de culpa. Você quer apenas um alívio. Se você crê que Ele o perdoa, então terá algum refrigério, mas não necessariamente a salvação. Se deseja o perdão simplesmente por causa de alívio emocional, não terá o perdão de Deus. Ele não o dá para aqueles que o usam unicamente para obter as Suas dádivas e não desejam ter a Ele mesmo. Continue lendo

James Montgomery Boice
Se a morte de Cristo na cruz é o verdadeiro significado de sua encarnação, não existe evangelho sem a cruz. O nascimento de Cristo, por si mesmo, não é a essência do evangelho. Mesmo a ressurreição, embora seja importante no plano geral da salvação, não é o cerne do evangelho. As boas-novas não consistem apenas no fato de que Deus se tornou homem, ou de que Ele falou com o propósito de revelar-nos o caminho da vida, ou de que a morte, o grande inimigo, foi vencida. Continue lendo

Charles Spurgeon
Paulo disse que, em comparação com o seu grande propósito de pregar o evangelho, não considerava sua preciosa para si mesmo; mas temos certeza de que Paulo valorizava a sua própria vida. Como todo homem, ele tinha amor pela vida e sabia que sua própria vida era importante para a igreja e a causa de Cristo. Certa vez Paulo disse: “Por vossa causa, é mais necessário permanecer na carne” (Fp 1.24). Ele não estava cansado da vida, nem era uma pessoa tola que tratava a vida como fosse algo que podia lançar fora nos esportes. Paulo valorizava a vida, visto que valorizava o tempo, que constitui a vida, e usava de modo prático cada dia e hora, “remindo o tempo, porque os dias são maus” (Ef 5.16). Apesar disso, Paulo falou aos presbíteros da igreja de Éfeso que não considerava a sua vida preciosa, em comparação com o dar testemunho do evangelho da graça de Deus. Continue lendo

Cornelis Venema
A pregação do Evangelho feita por Paulo, parte da convicção de que Jesus de Nazaré é o Messias prometido e o Filho que Deus enviou a este mundo “na consumação dos tempos” para cumprir Suas promessas ao Seu povo, Israel (2ª Coríntios 1:18-22; 6:2; Gálatas 4:4). A grande mensagem da pregação de Paulo é o “mistério” do Evangelho de Jesus Cristo (Colossenses 1:26; Romanos 16:26; 2ª Timóteo 1:10). Ainda que previamente oculto, esse mistério foi agora confiado a Paulo e aos demais apóstolos como “despenseiros dos mistérios de Deus” (1ª Coríntios 4:1; Efésios 3:22-ss). Continue lendo